Sign In
Início do conteúdo
​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​Sala de Imprensa​​​​​​

Newsletter​​​​​​

Lei Seca completa 12 anos ajudando a reduzir a violência no trânsito

Publicado em segunda-feira, 22 de junho de 2020

Newsletter - 22/06/2020 - 141ª Edição

Na última sexta-feira, dia 19/06, a Lei Seca completou 12 anos, acumulando avanços importantes nos esforços de diminuição da violência no trânsito. Em artigo divulgado no jornal O Dia, o autor da lei 11.705, o deputado Hugo Leal (PSD-RJ), destacou o estudo da Escola Nacional de Seguros (ENS), usando os dados do Seguro DPVAT que aponta a estimativa que, de 2008 a 2016, a Lei Seca salvou a vida de 41 mil pessoas.

A Operação Lei Seca, do Rio de Janeiro também acumula dados efetivos. Em 2009, foram pagas 4.234 indenizações por morte do estado, enquanto em 2019, o número foi de 2.767 casos. Uma redução de 34,6%.

Apesar dos avanços, dados da Polícia Rodoviária Federal (PRF), mostram que, de 11/03 a 31/05, mesmo em isolamento social, foram contabilizados 11.268 acidentes, sendo 969 deles (8,6%) provocados pela ingestão de álcool. A prática de beber e dirigir foi responsável por 7% do total de mortes registradas, que chegaram a 958.

Ao longo de 2019, o total de acidentes provocados por bebidas alcoólicas foi de 5.631, sendo 1.412 graves. Por isso, o Ministério da Infraestrutura (MInfra), por meio da Secretaria Nacional de Transportes Terrestres e do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) deu início a uma campanha, nas redes sociais, para conscientizar a população sobre o tema, aproveitando o aniversário da legislação.

“No momento em que as autoridades começam a flexibilizar as regras de quarentena, é preciso tomar especial cuidado para que esses números da epidemia de violência no trânsito não voltem a subir - tanto por conta do consumo de bebidas alcoólicas como de outras atitudes imprudentes e até criminosas. Na Operação Carnaval 2020, o número de mortes nas estradas aumentou 8% em relação a 2019. De acordo com a PRF, houve aumento nas infrações que geram risco e letalidade, como excesso de velocidade e embriaguez”, destacou Hugo Leal.


​Mais artigos​